Você acredita em Deus? ...Eu sim!

  

Quem quiser e tiver paciência de ler esse texto, não vai se arrepender... Sei que é longo, mas aqui está relatada, em poucas palavras e algumas lágrimas, a vida vitoriosa de uma criança linda, educada e muito alegre.

 

Conheça a história do meu filho, Higor Felipe:

Higor = “Filho famoso e defensor”; “aquele que veio para vencer desafios".

Felipe = aquele que gosta de animais e da natureza!”

 

Se eu não conhecesse o meu filho, diria que os significados dos nomes são bobagens... Que não passam de superstições, mas, quem conhece o Higor sabe muito bem que o significado não só é verdadeiro como também é a cara dele... Vou tentar explicar o porquê:

 

Depois de 4 gravidezes de alto risco onde perdi 3 bebês (todas meninas – duas com 8 meses e meio de gestação) e só consegui realizar o sonho de ser mãe na 4ª gestação, não pensava em ter mais filhos ‘tão rapidamente’.

 

Mas por um capricho da natureza, quando o meu filho Matheus estava com 1 ano e meio, e, após passar alguns dias “enjoada” fui à médica e com os resultados de exames em mãos, recebi a notícia: Cláudia se prepara você está grávida!

 

Levei um susto!

Um misto de alegria, medo, felicidade e desespero invadiram-me por inteira.

Não sabia se ria de alegria ou se chorava de medo; Se daria conta de levar mais uma gravidez adiante ou se conseguiria ver “enterrado” (literalmente) o meu futuro... A única certeza que tinha era o risco de vida que eu e o bebê estávamos correndo.

 

Passado o susto, começamos a comemorar... Tinha muitas esperanças, pois, a gravidez do Matheus havia sido menos traumatizante, e, quando descobrimos o sofrimento fetal e a possibilidade de acontecer tudo novamente, ele nasceu no mesmo dia, sem contar que cuidar “sozinha” de um bebê prematuro já não era nenhum mistério para mim.

 

Tudo corria normal e com apenas 17 semanas de gestação, fizemos uma ultrassonografia tridimensional e descobrimos que eu esperava outro menino... Confesso que fiquei feliz, pois, já havia perdido 3 meninas e tinha medo de que pudesse acontecer novamente.

 

O chão começou a se ruir quando completei 20 semanas de gestação. Por volta dos 4 meses de gestação, comecei a sentir dores estranhas e a médica solicitou novos exames.

 

Via no rosto da minha médica sua aflição estampada, porém, muito confiante ela nos encaminhou a um “especialista”. Assim fomos imediatamente. Estávamos dentro de um consultório luxuoso no ABC Paulista, o relógio marcava um pouco mais das 19horas quando o médico (após realizar o ultrassom morfológico) com olhar frio nos chamou para conversar e disse:

 

 “- Mãe, infelizmente não se pode fazer nada! Vá para casa e espere o seu filho morrer... Ele não tem condições nenhuma de nascer e sobreviver!”

E continuou... “-  Você já teve outras gravidezes complicadas e já perdeu três filhos, com certeza vocês superarão mais essa. Vocês são jovens, têm um filho e podem viajar, esqueçam esse bebê!”

 

(Obs.: Notem que essas palavras são exatamente as mesmas palavras que eu e o meu marido ouvimos do tal médico, que na minha opinião foi frio e pouco ético, e não levou em conta nossos sentimentos).

 

Saímos do consultório chorando, abalados e mal conseguíamos respirar...

Eu queria sumir, queria me matar... Me sentia um nada e preferia morrer a ter que enterrar outro filho. Queria arrancar do peito do meu marido mais essa dor, afinal, a mim foi incumbida o dom de ser mães de anjinhos no céu, mas a ele, sobrou a pior parte, que é a de ter que enterrar nossos filhos, nossas expectativas e nossos sonhos...

 (continua no post abaixo... )

»…Autoria de ..·¯`·»Cláudia Pit«·¯`·... às 2:11 PM

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...

Depois de algumas horas andando sem rumo pela cidade e completamente sem noção chegamos em casa, abracei o Matheus (que também sofrerá para nascer) e jurei para o meu marido que daria a minha vida por essa criança que estava carregando; pedi a Deus que me levasse, mas deixasse esse “anjo” nascer e cumprir seu destino.

 

No dia seguinte, “dia 09/09/99” a nossa médica, muito abalada, chamou-nos no consultório, falou da gravidade, tanto para a minha vida como para a vida do bebê e disse que ela como médica não poderia ficar parada, esperando o bebê morrer como sugeriu o tal médico...

 

Com lágrimas no olhar, na nossa frente, ela ligou para vários amigos perguntando o que fazer; muito deles se negaram a ajudá-la, menos um, o Dr. Luis Cláudio e toda a equipe do Dr. Moron do Hospital e Maternidade Santa Joana (Paraíso/São Paulo). Que não só aceitou ajudar como fez de tudo para nos salvar.

 

Imediatamente fui encaminhada para o hospital, e lá tivemos uma reunião com os médicos que nos colocaram a par da gravidade do procedimento - inédito até então - que seria realizado (na tentativa de salvar o bebê, eles fariam uma “amnioinfusão do liquido amniótico”), mas para isso eu “Mãe” precisava autorizar, pois, durante o procedimento poderia haver complicações e nossas vidas estavam em jogo.

 

Não pensei duas vezes e disse: Dr. podemos começar agora!?

Sua resposta foi afirmativa e, no mesmo dia dei entrada no hospital e perto das 20h fui para o tal procedimento, que nada mais é do que ter que injetar uma agulha de aproximadamente 40 cm pelo meu umbigo (sem anestesia), ultrapassar a minha barriga e perfurar delicadamente a placenta, levando através desta agulha “soro aquecido na temperatura igual ao de dentro da placenta e medicamento para o bebê”.

O perigo? Todos possíveis e imagináveis, desde uma infecção e uma rejeição, até o rompimento da bolsa ou a perfuração de alguns órgãos meu e do bebê... (obs: vale lembrar que essa seria a primeira vez que esse procedimento seria realizado, ou seja, era uma nova experiência para todos).

 

Sofri muito... A dor era terrível e o medo ainda maior, mas pensava no bebê e no meu outro filho que ficará em casa e, graças a Deus, tudo correu bem. Depois dessa, foram necessárias mais 6 seções...

 

Eu ficava internada a cada 15 dias para fazer a amnioinfusão.

Permaneci de repouso total e absoluto até o dia em que o Higor nasceu. Era obrigada a beber 5 litros de água por dia e me alimentar de comidas leves. Tomava 2 injeções de corticóides por dia fora, as demais para o amadurecimento do bebê e outros tantos remédios... Conclusão: engordei 29 kg.

Minha médica sempre fez questão de alertar que seria difícil de perder o peso adquirido e que talvez seqüelas poderiam aparecer no decorrer dos tempos. Mas não pensava nisso... Lutei com todas as forças pelo meu filho e tudo valeu a pena!!!

 

Os médicos ficaram surpresos com a minha reação e com a receptividade do bebê... Acabamos sendo uma família unida em favor da vida do Higor.

 

E no dia 26 de novembro de 1999, as 19horas e 59minutos, com 31 semanas de gestação e pesando 2.000 por causa dos medicamentos (peso correto ao nascer: 1730 kg) e medindo e 39 cm, nascia o Higor Felipe.

 

Menino forte, menino guerreiro! Menino corajoso, menino vitorioso!

Pequenino e fraco, ficou internado por 10 dias numa UTI Neonatal, ligado em aparelhos, tomando leite materno no copinho, pois não tinha forças para sugar nem o peito e nem a mamadeira. Teve alta hospitalar, surpreendentemente com 11 dias de vida, pesando apenas 1,700kg...

 

 

Lutou junto comigo, para sobreviver dentro de mim... E, ao nascer, sua guerra aumentou... Com seis meses de vida foi internado as pressas na UTI com um quadro avançado de bronquiolite, causada por um defeitinho no coração, que até então não sabíamos da existência e, com a taxa de oxigenação do celebro ultrapassando o limite mínimo necessário para sobreviver... Ou seja, cheguei ao hospital com o meu filho entre a vida e a morte e muitas enfermeiras não acreditaram que ele sobreviria, porém a sua força de vontade, a sua determinação e sua coragem (que são características que o acompanham e fazem parte da sua personalidade forte e marcante) o fizeram vencer e hoje, esse ser fraco e indefeso comemora 10 anos cheios de alegrias e desafios, mas todos eles com vitórias...

 

Hoje ele cursa a 3ª série (4ºano) é um menino lindo, saudável, inteligente, amoroso, feliz, muito querido pelos amigos e preocupado com a natureza e com os sentimento das pessoas.

 

Essa é uma pequena parte da minha história!

 

Não pense que quero provocar um sentimento de pena, não sou nenhuma coitada. Apenas escolhi lutar e não me sinto melhor ou pior que os outros, mas sei que exemplos devem ser seguidos e quando realmente desejamos algo e acreditamos em Deus, tudo é possível!

 

Filho, obrigada por você existir em nossas Vidas!

 

»…Autoria de ..·¯`·»Cláudia Pit«·¯`·... às 2:06 PM

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Limites... Necessidade ou restrição?!

 

 

Limite no dicionário: Substantivo masculino; Ponto que não se deve ou não se pode ultrapassar...; Linha de demarcação; ...

 

Desde criança escuto que para tudo existe um limite; e que, o meu limite termina onde o seu começa. Há limites para a dor, para a educação, para o trabalho, para o respeito, para a velocidade no transito, etc, etc, e etc...

 

Alguns acontecimentos recentes (dentre eles destaco o caso da garota da faculdade, aquela do tal vestido curto...) me fazem acreditar que “limite” é uma palavra em extinção.

 

É como se houvesse uma inversão de valores, e está se tornando cada vez mais raro encontrar pessoas que saibam respeitar limites, sejam eles ocultos ou não.

 

Não querendo julgar ninguém, mas credito a falta de valores e limites à ausência dos pais na vida “educacional” de seus filhos.

 

Sei que se faz necessário que os pais trabalhem fora (me incluo aí), mas é preciso tomar cuidado para não transferir para a escola a responsabilidade da educação e, muito menos deixar se levar pelo sentimento de culpa que acaba sempre permitindo tudo.

 

Não acredito que a liberdade total seja a melhor saída. Valores devem ser seguidos, limites devem ser impostos, afinal, crianças são seres em formação e é na infância que se adquire personalidade.

 

Limites não causam frustrações.

Usar o bom senso e algumas regras para estabelecer limites não arranca pedaço de ninguém. Sem limites, a criança acaba se tornando um adulto sem direção, que atirando para vários lados e acerta em quem estiver na trajetória, e a si mesma invariavelmente.

»…Autoria de ..·¯`·»Cláudia Pit«·¯`·... às 11:18 PM

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A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

 

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

 

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

 

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

 

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.

 

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais.

 

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

 

É elegante não ficar espaçoso demais.

 

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

 

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

 

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

 

"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.
Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade”.

Cada um colhe, exatamente, aquilo que planta!

»…Autoria de ..·¯`·»Cláudia Pit«·¯`·... às 7:42 AM

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»…Nome:»…Cláudia
»
»…Não Gosto de:
»…Hipocrisia e falsidade,
»…Falso Moralismo, Mau Humor
»…Mentiras e "Pré"conceitos

»…Frases:
»…Não faça ao próximo, aquilo que você não gostaria que fizessem à você!

»…Nem tudo é tão ruim que não possa piorar, então, não reclame!

 

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Gentileza Gera Gentileza



Blogagem Colectiva para Flávia em 9/Set/2008

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